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A nossa história começa com sonhos, sacrifícios, dedicação e muita oração. Uma escola construída sobre os postulados da educação cristã, e tem por supremo objetivo restaurar no homem a imagem do seu Criador.

Desde a década de 80 já se pretendia estabelecer uma escola paroquial que viesse atender às necessidades escolares dos filhos dos membros da igreja. Pensando nisso, em 13 de junho de 1981, foi nomeada pela comissão da igreja uma junta escolar com as seguintes pessoas: Maris Tomaz, Magali Pereira, Edson Manoel, Ademir Will e Celso C. Tomaz, na gestão do Pastor José Marques. No entanto, a construção de uma escola só ficou no sonho, pois não se dispunha de recursos financeiros.

A igreja continuava com o desejo de se fundar uma escola. Todos os administradores da Associação Espírito-Santense que aqui passavam sentiam também a necessidade de se estabelecer a tão sonhada escola pelos membros da igreja, porém nada se fez para que isso se concretizasse.

Os anos se passaram, e no dia 22 de agosto de 1990, a comissão da igreja delegou responsabilidade ao Pastor Zirnaldo F. Rocha de levar o estudo do anteprojeto de construção do prédio da futura Escola Adventista e Assistência Social à mesa administrativa da Associação para aprovação. Mais uma vez a escola não saiu do papel, e o local onde deveria ser construída as primeiras salas de aula foi utilizado para estabelecer um pequeno prédio com duas salas destinadas ao Clube de Desbravadores “Almirante Tamandaré” e à Sociedade Beneficente Dorcas.

Com a chegada do Pastor Dilermando da Costa Lemos em 1994, os anseios de se fundar uma escola reacenderam-se novamente. No dia 6 de agosto do mesmo ano, com a presença do Departamental de Educação da AES, Pastor Edemar Lamarques, foi escolhida uma comissão educacional de planos, sendo presidente o Pastor Dilermando da Costa Lemos, que iniciou os estudos para fundar a futura escola.

Vários membros estiveram envolvidos nas discussões que se seguiram entre igreja e administradores da AES. Finalmente chegaram à conclusão de que seria viável estabelecer a escola provisoriamente no pequeno prédio construído anteriormente, contando com apoio financeiro da igreja, já que o número de alunos não era suficiente para manter o funcionamento.

Após os preparativos iniciais, com envolvimento da família Magalhães — representada por Juarez L. Magalhães e sua mãe, senhora Aneli R. Magalhães —, do senhor Elvino Wagemacker, do Pastor Dilermando e de outros irmãos, tiveram início, em 7 de fevereiro de 1995, as atividades da tão esperada escola.

Inicialmente, a escola funcionou com 26 alunos: cinco no pré 1, quatro no pré 2, onze na primeira série e seis na segunda série, chegando ao final do ano com um total de 59 alunos. Os dois professores eram Cleide Vitorassi Magalhães e Gláucia Soares Souza de Paula. A primeira diretora foi Francisca Rodrigues Lima, e a secretária, Vera Regina Messias Moreno Lemos.

Ainda em 1995, o Pastor Dilermando conseguiu, junto à Prefeitura Municipal da Serra, a liberação de duas professoras — Marlete Martins de Souza Tomaz e Magali Rosália Pereira Leal —, funcionárias da municipalidade e cedidas sem nenhum custo para a escola. Elas vieram compor o corpo docente, ajudando significativamente a manter financeiramente a escola em um momento de grandes dificuldades.

Nesse mesmo ano, conseguiu-se gratuitamente, com um arquiteto da PMS, a elaboração do projeto do prédio onde seriam estabelecidas definitivamente as salas de aula e demais dependências.

Em fevereiro de 1996, assumiu o distrito da Serra o Pastor Jeremias Thedoro Padilha, que abraçou o projeto de construção do novo prédio escolar. Sua esposa, Rosemeire Martins Padilha, assumiu a direção da escola. O Conselho Escolar foi reformulado, tendo como membros: Pr. Jeremias T. Padilha (presidente), Rosemeire M. Padilha (secretária), Professor Ademir Will (1.º ancião da igreja), Osvaldo Rodrigues de Oliveira e Hilda Clarice de Deus Amado Barcellos (representantes dos pais), Professora Magali R. P. Leal (representante dos professores) e Elvino Wagemacker (tesoureiro da igreja).

O Pastor Jeremias incentivou a participação financeira dos membros na construção do prédio. Alguns aderiram à campanha e, no mês de maio daquele ano, teve início a construção das novas e definitivas dependências da escola.

Com a graça de Deus, o número de alunos aumentou consideravelmente. Muitas bolsas de estudo foram doadas a alunos carentes, e o evangelho estava sendo propagado às famílias dos alunos.

Ainda há muito a ser feito. O objetivo é, em breve, ter seis salas de aula, biblioteca, cantina, salas para direção e professores e uma quadra poliesportiva. Mas, com a ajuda dos irmãos e amigos, e acima de tudo, com a direção divina, há certeza de que será possível concluir o projeto.

Tudo o que foi conquistado até aqui deve-se, em grande parte, ao apoio do Conselho Escolar, à direção da escola e, especialmente, à dedicação quase exclusiva do irmão Elvino Wagemacker, que não tem medido esforços pela causa de Deus. Também é justo lembrar o empenho do Pastor Jeremias T. Padilha à frente do projeto e sua cobrança junto à AES por apoio à escola.

Damos graças a Deus pelas conquistas até aqui. A escola continua com seu objetivo primordial: oferecer uma educação cristã, de qualidade, que eduque para a vida e para a eternidade. Nossa escola é uma pequena cidade de refúgio para a criança que busca esse tipo de educação.

Esta história não termina aqui. Continuará com aqueles que marcharem além das portas desta escola para se tornarem úteis a Deus, à pátria e à humanidade.

29.05.97